O futuro do papel Impresso

Várias pesquisas já revelaram que o brasileiro passa mais tempo na internet do que vendo tevê. Em média são mais de sete horas diárias conectados via tablet, celular ou computador. Cerca de 48% dos brasileiros usam a internet regularmente e o uso de celulares para efetuar os acessos (66%) já compete com o uso dos computadores (71%).

Quem hoje não tem em seu celular aplicativos para acessar Facebook, YouTube, WhatsApp, Internet Bank, jogos on line, livros e músicas?

O que quero dizer é que o futuro do papel impresso pode estar com os dias contados. Assim como o mp3 modificou a utilidade das músicas gravadas em mídias (Vinil, K7, CD, DVD), o acesso à Internet através dos portáteis poderá mudar o modo de leitura de impressos (livros, jornais e revistas) muito em breve.
Aliás, eu já quase não leio livros. Eu os ouço através de leitura feita por um aplicativo de TTS – Text To Speech, instalado no meu celular.

Portanto, é de se esperar que as publicações impressas venham a cair de preço na medida que os seus conteúdos em formato digital (PDF, epub, etc) sejam consumidos. Daí, as editoras deverão se reinventar (e já estão) para continuar ganhando dinheiro, tal qual fizeram as gravadoras de músicas.

Ah, antes que eu me esqueça, este post foi escrito e publicado a partir do meu celular.